quinta-feira, 9 de abril de 2015

Olhem que legal!

 O novo guia criado pelo Instituto Real de Ciências Naturais da Bélgica


“Esperamos que as sugestões contidas neste guia prático lhe permitam ajudar a marcar a diferença. Comer alimentos locais sazonais, diminuir os desperdícios de água, efetuar a compostagem dos resíduos alimentares ou ficar a conhecer melhor as espécies animais e vegetais que vivem nas nossas áreas locais…Se todos seguirmos alguns destes passos simples, faremos uma grande diferença na preservação dos recursos naturais para as gerações futuras.”
Janez Potočnik, Comissário Europeu para o Ambiente

Texto retirado do prefácio do guia

segunda-feira, 2 de março de 2015

Dica de livro para o ensino de ciências


“A magia da realidade” de Richard Dawkins é um livro ilustrado que explica uma grande variedade de fenômenos.


Cada capítulo começa com uma pergunta, a explicação leva em conta os mitos de vários povos e a resposta final a ciência

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Como vivem as minhocas e o que elas fazem?

 Montando um minhocário

Material necessário:

1 pote de vidro ou aquário;
Areia;
Terra;
Minhocas;
Folhas secas;
Cascas de frutas;
Água;
1 Cartolina preta;
Fita adesiva.

Passo-a-passo:

Encha o frasco com camadas de terra e areias, as camadas de areia devem ser um pouco mais finas que as camadas de terra;
Coloque sobre a terra algumas cascas de frutas e cubra com folhas secas;
Coloque as minhocas sobre as folhas;
Regue o minhocário depois que as minhocas forem para debaixo das folhas;
Coloque a cartolina preta em volta do frasco para proteger as minhocas da luz;
Observe o minhocário e não se esqueça de regar uma vez por dia;

Após alguns dias os caminhos feitos pelas minhocas vão poder ser vistos.

quinta-feira, 21 de junho de 2012


Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/manutencao-vida-623274.shtml

 Olá professores!!!



Manutenção da vida


Entender os aspectos envolvidos na sobrevivência das espécies e conhecer as funções vitais para manutenção da vida.

- Seres vivos.
- Fotossíntese.
- Nutrição.
- Características adaptativas.
- Fatores limitantes.



Material necessário
Adubo líquido NPK 4-14-8, sementes de feijão, terra vegetal, cinco potes plásticos de 150 ml ou copos vazios de iogurte, uma garrafa PET transparente de 2,5 litros com a parte estreita cortada (altura de 26 cm), um pedaço de filme plástico PVC, imagens variadas de animais em diferentes habitats (para selecioná-las, use como critério diferentes formas de locomoção) e imagens de ambientes com características distintas, como floresta tropical e caatinga.


Desenvolvimento
Oriente a turma a preparar cinco amostras de plantação de feijão (um vegetal de crescimento rápido, ideal para esse tipo de experimento), colocando três sementes em cada um dos recipientes já com terra vegetal. As sementes não devem ser muito enterradas, pois isso comprometeria a germinação. Basta espalhá-las e cobri-las levemente com a terra. Programe regas periódicas (60 ml de água a cada três dias) e certifique-se de que os potes fiquem em um local que receba iluminação. Quando as plantas alcançarem aproximadamente 7 centímetros de altura, peça aos alunos para enumerar os potes.

Explique que cada uma das amostras deve ser submetida às seguintes condições: 1) Manutenção das regas e da iluminação (planta controle);
2) Ausência quase total de iluminação e ventilação, mas com regas periódicas - para tal, o pote deve ser guardado em uma caixa fechada com um furo central de 1,5 centímetro de diâmetro na lateral;
3) Manutenção da iluminação e ausência de regas;
4) Acréscimo de duas gotas de NPK (adubo) diluído em 60 ml de água e manutenção das regas e da iluminação;
5) Apenas uma rega e, depois dela, inserção do pote na garrafa PET cortada e fechada com o filme plástico.

Peça que os estudantes ilustrem a situação dos potes com um desenho de observação - eles devem ser tão realistas quanto possível ao reproduzir em seus registros características como forma, coloração e disposição do caule e das folhas. Em seguida, solicite que tentem prever o que vai acontecer com cada amostra. Ajude-os a elaborar as previsões com perguntas to tipo: "Haverá diferença no desenvolvimento das cinco plantas?". As crianças devem registrar individualmente suas hipóteses em uma tabela como a do modelo a seguir.

Situação
O que vai acontecer?
O que aconteceu?
1) Planta controle


2) Planta na caixa com furo


3) Planta com privação de água


4) Planta adubada


5) Planta com privação de água na garrafa PET




Depois de duas semanas, discuta com as crianças o que aconteceu. 
São esperados os seguintes resultados:
A planta 1 (controle) se desenvolveu, mas o crescimento foi inferior ao da planta 4 (adubada com as duas gotas de NPK). Pergunte o porquê dessa diferença. A justificativa dos estudantes deve estar fundamentada na condição nutricional privilegiada;
A planta 2 (colocada na caixa com um furo central) verteu seu crescimento na direção ao orifício. Aproveite a oportunidade para discutir a importância da luz no desenvolvimento das plantas;
A 3 e 5  merecem uma investigação conjunta, pois ambos foram privados de água. As duas plantas devem ter definhado, embora a do pote 5 provavelmente esteja em melhor estado graças à umidade preservada pela garrafa, que acabou funcionando como uma espécie de estufa. Desafie os alunos a explicar a diferença no desenvolvimento de cada uma.

As diferenças no desenvolvimento das plantas observadas na 1ª etapa e peça que os alunos reflitam sobre as variáveis ambientais (luz, temperatura, aridez ou abundância de água etc.).
Organize as imagens de ambientes com características distintas e peça que os alunos apontem semelhanças e diferenças. Em seguida, solicite que façam uma pesquisa sobre quais animais e plantas são espécies características de cada um desses ambientes. Oriente-os a buscar informações sobre as adaptações ao meio. Por exemplo: vegetais com grande capacidade de armazenar água e répteis com o corpo coberto de escamas são típicos de regiões áridas. Sem adequações desse tipo à escassez de água e ao calor, essas espécies não sobreviveriam.