segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Água-viva na garrafa!



Que tal "prender" uma água-viva numa garrafa?
Para essa experiência super simples e linda, você vai precisar de:
– um plástico transparente (daqueles de embalar fruta no supermercado)
– barbante ou linha
– garrafinha de plástico
– água
– corante (para quem não tem em casa, pingue algumas gotas do filtro da canetinha da cor de sua escolha: basta tirar o fundo da canetinha para encontrá-lo).
Primeiro, faça a “cabeça” da água viva amarrando com uma linha ou barbante o centro do seu saco plástico. Depois, corte “tentáculos” cortando tiras no plástico, como nas fotos a seguir:
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Em seguida, ponha um pouco de água na “cabeça”, deixando um pouco de ar para que sua água-viva possa se movimentar na água. Encha a garrafa de água, use o corante de sua escolha, e coloque a água-viva dentro da garrafa.
DICA: Para garantir que a garrafa não se abra, passe uma fita adesiva em volta da tampinha!
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Tampe a garrafa e voilá!Sem títulojellly3

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A Importância da Reciclagem

Reciclagem é a atividade de recuperação e revalorização da matéria-prima descartada, que se transforma em um novo produto, retornando ao ciclo de produção.

reciclagem
Organizada e respeitada, a reciclagem tem tudo para ser uma gigante geradora de renda para o Brasil
O símbolo da reciclagem é formado por três setas, fazendo referência a um ciclo: a primeira seta representa a indústria, que fabrica um produto; a segunda faz menção ao consumidor, que consome este produto; a terceira seta representa o retorno do produto ao ciclo produtivo, revalorizado por meio da reciclagem.
A reciclagem é uma atividade econômica com muitos benefícios ambientais, mas para que ocorra com eficiência, é necessário que três etapas aconteçam:
Recuperação
As embalagens e resíduos que descartamos todos os dias precisam de um destino correto para que sejam tratados como matéria-prima na fabricação de novos produtos. É fundamental separar os resíduos sólidos dos orgânicos e dos sanitários. Dessa forma, os recicláveis não são contaminados e têm mais valor, viabilizando e barateando a reciclagem.
Pense um pouco: compramos, usamos e descartamos continuamente. Precisamos ter responsabilidade sobre os produtos que adquirimos e principalmente sobre o destino que damos a eles, para que retornem a esse nosso ciclo infinito de consumo.
Muitos recicladores são forçados a dispensar resíduos pós-consumo contaminados, dando preferência aos resíduos pós-industriais, porque estes não foram contaminados em um descarte incorreto, portanto aptos a ser reciclados, se transformando em um produto de qualidade.
Destinando corretamente para a coleta seletiva, todo o trabalho posterior é facilitado, pois a matéria-prima reciclável ainda precisa ser separada por tipo, por cor e por todos os critérios válidos para se manter a mais próxima possível da original. Após a triagem, os recicláveis ainda precisam ser prensados e enfardados para ocupar menos espaço e para que possam ser transportados.
Revalorização
Garrafas de plástico são moídas, voltando a ser grãos como a matéria-prima original do plástico. Papéis são triturados e misturados com água até se parecerem com pasta de celulose. Metais e vidros são derretidos, ficando prontos para fundição. A revalorização pode ser feita de muitas formas, de acordo com o material e a finalidade que se quer dar a ele.
São processos industriais, que precisam de muitas toneladas de matéria-prima para viabilizar economicamente máquinas, equipamentos e profissionais.
Transformação
Com os materiais prontos, é possível fabricar um novo produto, fechando o ciclo da reciclagem.
Então voltamos ao início
Como indivíduos, precisamos nos envolver na etapa que nos compete, que é a separação dos nossos resíduos para a coleta seletiva, procedimento fundamental para a obtenção de um produto reciclado tão bom quanto o original. Se fizermos a separação eficaz em casa, no nosso trabalho, em nossa comunidade, temos os seguintes benefícios:
– Uma quantidade menor de resíduos irá para aterros e lixões. Estes então terão seu tempo de vida aumentado;
– Resíduos descartados corretamente não contaminam o solo e as águas;
– Resíduos descartados corretamente ajudam na limpeza e higiene das cidades;
– A coleta seletiva adequada facilita o processo, barateando o custo dos reciclados;
– Reciclagem retarda a escassez de matérias-primas virgens;
– Reciclagem  economiza energia elétrica;
– Reciclagem proporciona geração de riqueza;
– Reciclagem propicia a geração de inúmeros empregos.
Ideias para fazer com os pequenos para reutilizar materiais que seriam descartados:

Monstrinhos da organização!:

Mesa de pebolim em caixa de sapato:

30 ideias para organizar as coisas das crianças | Macetes de Mãe:

Animais feitos com sucata - Muitos bichinhos com reciclagem brinquedos de sucata - Borboleta, elefante, cobra, jacaré, porco com sucata - ESPAÇO EDUCAR:

carimbos personalizados, carimbo personalizado

jogo-velha-reciclado:

Jogos pedagógicos feitos com reciclagem | Pra Gente Miúda:

Playhouses!! My daughter would totally dig this!  Would be cute to make stuff for the boys too...like a fire station!:

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Para que desde pequenos eles aprendam a necessidade e a importância de reciclar!

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Experimentos para fazer com crianças!

Experimentos são sempre uma boa opção para entreter e surpreender crianças e até adultos. Confira um experimento bem divertido para fazer com os baixinhos:

Vulcão na garrafa

Coloque uma garrafa sobre uma forma ou uma travessa. Dentro da garrafa coloque meio copo de detergente, meio copo de vinagre, 5 gotas de corante alimentício e misture, por último coloque duas colheres de bicarbonato de sódio, agora observe o que irá acontecer.

Experimento infantil: pasta de dientes para elefantes

O vídeo a seguir do Manual do Mundo mostra como fazer da maneira que nós ensinamos e de outra bem divertida:

Como mostra no vídeo podemos soltar nossa criatividade e decorar nosso vulcão para que ele fique bem real!



quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Vamos estudar a célula?


Nesta quarta-feira realizamos uma atividade com as criança do segundo ano da E.B.M. Alberto Stein na cidade de Blumenau: O Estudo da Célula. Juntos investigamos quatro lâminas, conhecemos o microscópio e ainda sobrou tempo para vermos uma cobra que foi conservada na escola.
Confira fotos dessa tarde maravilhosa: 









quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Uma noz na cabeça?

O que é, o que é: está dentro da sua cabeça, é enrugado e dividido como uma noz gigante, e ajuda você a pensar e a fazer tudo? 

É ele: o cérebro! O principal órgão do sistema nervoso, que controla o corpo inteirinho! Ele é o responsável por todas as ações voluntárias e involuntárias do nosso corpo.
As ações voluntárias são aquelas que a gente faz por vontade própria: falar, brincar, mexer um dedinho do pé e muitas outras coisas. Já as ações involuntárias são aquelas que fazemos sem saber, como a respiração e o bater do nosso coração. Isso tudo é obra do trabalho incessante do nosso cérebro!
Ele funciona como uma grande empresa, onde os trabalhadores são as células nervosas, ou neurônios. Essas células processam todas as informações para que o cérebro trabalhe direitinho! Ao contrário da maioria das células de corpo, que morrem e são substituídas por outras, os neurônios não se regeneram: quando morrem, não aparece ninguém para ocupar o seu lugar!
Existem cerca de 100 bilhões dessas "operárias" em 1,4 quilo de massa orgânica (esse é o peso aproximado do cérebro de um adulto!): isso equivale a 2% do peso do corpo. Achou pouco? Pois saiba que, em compensação, o exigente cérebro consome 25% de todo o oxigênio utilizado pelo nosso organismo!

O cérebro é dividido em três partes:
- O córtex é a parte externa, que todos chamam de massa cinzenta (ela é cinza mesmo). Ele é o responsável pela nossa capacidade de pensar e de interpretar as informações enviadas pelos nossos cinco sentidos.
- No interior do cérebro fica a massa branca. Lá existe uma complexa rede de comunicações: quando você quer fazer qualquer coisa, é a rede de neurônios da massa branca que transmite as informações para que sua vontade seja realizada (a uma velocidade de até 400 km/h!).
- O cerebelo fica na parte de trás do cérebro. Ele é o responsável pela nossa coordenação e equilíbrio.
Ou seja, sem ele seríamos uma gelatina ambulante!

Fonte: Só Biologia

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Vamos Fazer um Herbário?

Um herbário é algo muito útil e divertido de se fazer, para além de ser bastante simples. É uma ótima atividade para se fazer com crianças, ensinar-lhes um pouco mais sobre plantas e ao mesmo tempo tentar sensibiliza-las sobre os problemas do meio ambiente e mostrar a importância da Flora no nosso planeta.

Vejam em baixo um passo-a-passo de como fazer o seu próprio herbário!

1. Colheita de Exemplares: 

As plantas herbáceas (ervas) devem ser colhidas, sempre que possível, com todos os elementos, isto é com raízes, caules, folhas, flores e frutos, se possível; as dimensões da planta colhida (poderá ser dobrada) devem ser adequadas às dimensões do papel onde é feita a montagem. 
Quando se trata de plantas lenhosas, arbusto ou árvore, só se colhem os ramos, flores e folhas. 

2. Uma vez feita a colheita 
  • Coloca-se uma pequena etiqueta (bocado de papel) numerada em cada planta colhida. 
  • Colocam-se todas as plantas, recolhidas num dado local, dentro de um saco de plástico de tamanho adequado. 
  • O saco deve ser atado imediatamente. 
  • No caderno de campo registam-se os dados referentes a cada uma das plantas recolhidas (identificadas pelos respectivos números).

As plantas devem ser retiradas dos sacos após a chegada a casa ou à escola. 

Devemos sempre que possível recolher dois exemplares, um para identificar com auxílio da lupa e da flora e outro para guardar. 

O exemplar a colocar no herbário deve conter todos os elementos necessários à sua identificação até à espécie, em perfeito estado de conservação. 

3. Secagem dos Exemplares: 

O exemplar a guardar deve ser cuidadosamente colocado entre folhas de papel absorvente (jornal, lista telefônica, ou outro). 

Na sua colocação deve ter-se o cuidado de: 
  • Não deixar dobrados folhas, flores ou frutos, após a manipulação; 
  • Colocar as folhas da planta viradas umas para cima e outras para baixo; 
  • Verificar se a pequena etiqueta com o número de referência se encontra devidamente colocada na planta. Só assim poderá ser corretamente identificada, com todos os requisitos necessários à elaboração da etiqueta de herbário. 

As folhas que contêm as plantas devem ser sujeitas a uma pressão uniforme, que permita a secagem sem encarquilhamento das folhas e sem rebentamento das células, de preferência numa prensa apropriada, ou seja, entre as duas placas de madeira. (As plantas suculentas requerem mais cuidados). 

As plantas devem ser transferidas para novos jornais secos, logo no dia seguinte, fazendo-se mudas sucessivas tantas vezes quantas as necessárias até estarem secas, para que a umidade contida na planta não contribua para a sua descaracterização. 

Assim, pelo menos diariamente, no início, e ao terceiro ou quarto dia, conforme o conteúdo de água da planta, dia sim, dia não ou de forma mais espaçada. 

4. Colocação em Folhas de Herbário: 

Depois de secos os exemplares estão prontos para serem colocados em folhas de herbário. 
O modo de fixar as espécies sobre as folhas é variável: o mais aconselhável é usar fitas adesivas, no entanto, para quem tem mais prática poderá usar cola branca. 

5. A etiquetagem - deve ser colocada no quadrante inferior direito devendo dela constar:
  • Gênero, 
  • Espécie, 
  • Nome popular, 
  • Local de colheita, 
  • Habitat, 
  • Data de colheita, 
  • Nome do coletor.


quinta-feira, 9 de abril de 2015

Olhem que legal!

 O novo guia criado pelo Instituto Real de Ciências Naturais da Bélgica


“Esperamos que as sugestões contidas neste guia prático lhe permitam ajudar a marcar a diferença. Comer alimentos locais sazonais, diminuir os desperdícios de água, efetuar a compostagem dos resíduos alimentares ou ficar a conhecer melhor as espécies animais e vegetais que vivem nas nossas áreas locais…Se todos seguirmos alguns destes passos simples, faremos uma grande diferença na preservação dos recursos naturais para as gerações futuras.”
Janez Potočnik, Comissário Europeu para o Ambiente

Texto retirado do prefácio do guia